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POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL

Reunião destaca trabalhos dos Projetos Sociais da Polícia Civil

26/02/2013 - 10:57
CAMILA MOLINA
Assessoria-PJC/MT
Delegados Regionais e titulares das delegacias de polícia de Cuiabá e Várzea Grande participaram, nesta segunda-feira (25.02), de uma reunião promovida pela coordenadoria dos projetos sociais da Polícia Judiciária Civil, realizada no auditório da Diretoria Geral da PJC. O encontro tinha como objetivo demonstrar a importância do desenvolvimento das atividades sociais e apresentar os resultados das ações de 2012.
Na abertura da reunião, o delegado geral Anderson Aparecido dos Anjos Garcia, falou sobre a necessidade de colaboração dos servidores, para o desenvolvimento das ações sociais que muitas vezes representam a imagem da Polícia Civil perante a sociedade “O cumprimento das metas pode ser alcançado através de um mesmo pensamento: fazer uma sociedade melhor” incentivou Garcia.
A Coordenadora da Polícia Comunitária, a delegada, Silvia Virginia Biagi Ferrari, deu início a programação, apresentando um resumo das atividades da coordenadoria. Em 2012, foram mais de 2,6 mil livros doados, 8,5 mil boletins de ocorrência registrados em 14 bases comunitária e 235 registrados em mutirões, 16 doações de roupas, calçados e alimentos, e participação em 47 eventos em comunidades carentes.
A Coordenadoria da Polícia Comunitária também é responsável pela coordenação dos sete projetos sociais criados e desenvolvidos pela Polícia Civil – De Cara Limpa Contra as Drogas, Ciranda da Leitura, Quatro Estações, De Bem Com a Vida, Rede Digital pela Paz, Jovens Talentos do Boxe e Arte e Cultura em Ação.
Os projetos associam e valorizam fatores que na maioria das vezes ficam em segundo plano nas instituições de segurança, como a identificação e resolução de problemas sociais, participação da comunidade e prevenção criminal, visando não apenas reduzir o número de crimes, mas também minimizar o dano à comunidade, mudando o seu ambiente e comportamento.
Coordenadora do Programa “De Cara Limpa Contra as Drogas”, a delegada titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, Alana Darlene Cardoso, falou sobre o trabalho desenvolvido e explicou a diferença entre projeto e programa “Um projeto tem um prazo certo para terminar, um programa não. Enquanto programa “De Cara Limpa contra as Drogas” continuar sendo viável, ele continuará sendo desenvolvido pela PJC” disse a delegada.
A delegada ainda falou sobre as dificuldades de aplicação do programa em algumas e escolas e frisou a importância do trabalho voluntário, enaltecendo aqueles que dispõem do seu tempo livre para se dedicar ao trabalho social.
Em demonstração do trabalho desenvolvido pelo programa, o coral de alunos de quatro turmas da Escola Estadual Demétrio de Souza fez uma apresentação aos presentes na reunião. Os alunos cantaram duas músicas, regidos pela investigadora da Polícia Civil, Rosa Malena, que faz o trabalho de orientação musical voluntariamente “A oportunidade de conhecer e orientar essas crianças é um presente que recebi da Polícia Civil” ressaltou a policial.
Representando o delegado Sebastião Finotto, a investigadora Evellyn Borges, que assumiu há duas semanas os trabalhos no projeto “Rede Digital pela Paz”, explicou que o projeto, lançado em setembro de 2012, é uma parceria entre a Polícia Civil e a Secretária de Educação, que abrange toda a comunidade escolar, pais, alunos e professores “Nesse período, foram 1.365 alunos que assistiram às palestras e discutiram os assuntos abordados” disse.
A investigadora apresentou as metas e estratégias elaboradas para o ano de 2013, e explicou que como o projeto ainda é muito recente, os resultados ainda não são representativos “Voltamos às escolas pilotos, para dar continuidade as atividades. Assim como nossa vivência com o projeto é diária, os resultados também são perceptíveis diariamente” destacou a investigadora.
No fechamento das apresentações, o delegado geral Anderson Garcia, falou sobre a importância do conhecimento dos projetos coordenados pela Coordenadoria da Polícia Comunitária, ressaltando que as atividades desenvolvidas não podem ser aplicadas aleatoriamente, devendo sempre passar e serem aprovadas pela Coordenadoria.
Garcia ainda ressaltou que é possível agregar a responsabilidade social com o dever funcional “Temos exemplos de que os programas, muitas vezes, acabam contribuindo para a nossa atividade fim” disse. “O que fazemos hoje reflete o amanhã. Com nossas ações, podemos diminuir a carga de trabalho e viver em um mundo melhor” concluiu.
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