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SEGURANÇA PÚBLICA

Operação Integrada 'Mão Amiga' aborda 29 pessoas em Várzea Grande

07/03/2012 - 13:42
LUZIA ARAUJO
Assessoria/Sesp-MT

Vinte e nove moradores de rua foram abordados, sendo dois internados voluntariamente e cinco de forma involuntária por meio do Poder Judiciário para o tratamento de desintoxicação. Esse foi o resultado da operação “Mão Amiga”, realizada na tarde desta terça-feira (06.03), pelas instituições de Segurança Pública de Várzea Grande, na área central da cidade.

Polícia Civil participa da operação.

O objetivo da operação integrada é o de se buscar a tranquilidade pública e proporcionar cidadania para pessoas que vivem nas ruas da cidade. A operação contou com a participação de 16 policiais militares e servidores de outras instituições de segurança pública e demais entidades. Essa iniciativa faz parte do Plano Estadual de Enfrentamento às Drogas, lançado pelo Governo do Estado no final de 2011.

“A operação não foi uma ação repressiva da Polícia Militar, mas, sim, um trabalho preventivo, feito em parceria com outras instituições e que teve como ideal resgatar os moradores de rua que se encontravam em situação vulnerabilidade social”, afirmou o coordenador da operação, major PM James Ferreira.

Segundo o major, Várzea Grande possui 26 locais de aglomeração de moradores em situação de vulnerabilidade social. Nesses locais, segundo levantamento do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Cras) existem 84 pessoas morando pelas ruas.

As abordagens ocorreram na região central da cidade, próximo do Ginásio do Fiotão, da Igreja Nossa Senhora do Carmo, Cristo Rei, Mapim e São Matheus. Depois de retirados da área central de Várzea Grande, os moradores foram encaminhados para o Iate Clube, onde receberam roupas limpas e atendimento em diversos serviços como: consulta médica, corte de cabelo, checagem policial e confecção de carteira de identidade.

“No primeiro momento, o morador foi acolhido pelo Cras que verificou a questão de higiene, em seguida o recolhido foi atendido pela Polícia Civil que checou se a pessoa tinha passagem policial ou mandado de prisão em aberto, os servidores da Politec fizeram o registro civil, e a área de saúde por meio do Ciaspes examinou a pessoa para identificar alguma doença e encaminhar o morador para uma clinica de desintoxicação”, explicou o coordenador.

Para o secretário de Estado de Segurança Pública, Diógenes Curado Filho, esse trabalho demonstra a importância de ações desenvolvidas em parceria. “É por meio de ações integradas que nós vamos conseguir minimizar ou, até mesmo, eliminar situações como essa, em que a pessoa vive na rua, exposta a qualquer tipo de ação violenta ou mesmo praticando pequenos delitos para sustentar vícios, como o uso de drogas”, explicou Diógenes.

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